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Quando vale usar Redis ou cache além do banco principal?
Redis e outras camadas de cache fazem sentido quando o projeto está repetindo trabalho demais. Isso aparece em leituras frequentes do mesmo dado, sessões, filas, rate limiting, contadores e respostas que não precisam ser recalculadas a cada requisição. Nessas situações, tirar pressão do banco principal costuma melhorar desempenho e previsibilidade.
O ponto que separa um cache útil de um cache problemático é a estratégia de invalidação. Guardar informação é fácil; garantir que ela não fique desatualizada é a parte difícil. Por isso, cache não deve entrar como reflexo automático sempre que o sistema fica lento. Muitas vezes a lentidão real está em consulta mal escrita, ausência de índice ou fluxo pesado dentro da requisição.
Redis brilha bastante quando o projeto precisa de resposta rápida para dados transitórios ou estruturas com alto volume de leitura e atualização controlada. Também costuma ser muito valioso em filas, porque ajuda a deslocar trabalho pesado para processamento assíncrono.
Se você sabe o que está tentando evitar, qual dado pode envelhecer sem problema e quando esse dado deve ser descartado, cache tende a ser excelente. Se essas respostas ainda não existem, talvez seja cedo demais para ele.